Política de menino

30 de janeiro de 2012 às 17:47 | 5 Comentários
Por José de Paiva Rebouças

Um dos meus sonhos de menino era ver o país alcançando o patamar de primeiro mundo. Dava mais importância a isso do que a qualquer outra coisa. Foi logo no início, quando pensava que a juventude poderia mudar o mundo a partir das minhas análises aprendidas no movimento sindical e compartilhadas entre os socialistas bucólicos dos meus 13 anos.

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Lula e classes sociais

29 de setembro de 2011 às 13:30 | Comentar
Por Marcos Silva

Como se sabe, o termo “classes” foi usado para designar grupos sociais desde a Roma antiga, com um sentido mais próximo de ocupações, áreas de atuação. Os filósofos iluministas tornaram a questão mais densa, englobando rendimento, modo de vida, cultura – Voltaire, Montesquieu e Rousseau têm ótimas passagens sobre isso. Marx e Engels pegaram o conceito num contexto da Economia Política que os clássicos ingleses tinham inventado e eles criticaram (quer dizer, retomaram visando a sua superação sem que a desprezassem em nenhum momento). Em Marx e Engels, classes são grupos estruturais da sociedade, ligados de diferentes formas à propriedade, à produção e ao poder. A sociologia norte-americana tendeu a transformar classes sociais em grupos de renda e consumo.

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A Volta dos Templários (?)

17 de outubro de 2010 às 11:52 | Comentar
Por Danclads Andrade

Templário

800 anos já, desde a destruição da Ordem dos Templários.

Mas, ao que parece, a política brasileira quer ressuscitar esta ordem para a defesa do que acham ser “sagrado”. Os candidatos à Presidência do Brasil, agora, têm que prestar compromissos com representantes de religiões e seitas para angariarem a simpatia e o crédito popular.

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Voto por si

7 de outubro de 2010 às 14:30 | Comentar
Por Marcos Silva

Amigos e amigas:

Os diálogos sobre voto (nulo ou não), neste SP, conseguiram se manter num nível de dignidade e respeito recíproco invejável. Diferentes opções surgiram muito bem apoiadas em sólidos argumentos eruditos. Fiquei especialmente comovido com a escolha de François: evocar o belíssimo poema “Cântico negro”, do português José Régio a favor de sua opção.

Conheço esse poema há algumas décadas. Não o entendo como convite a ficar sobre o muro e sim como recusa a pensar pela cabeça dos outros. É uma afirmação dotada de altivez que qualquer eleitor, no momento político brasileiro atual, optando por votar em Dilma, Serra ou ninguém, poderá reivindicar no sentido de não ir no papo dos outros, de escolher por si mesmo. Aliás, é uma atitude presente, bem antes, em texto de Immanuel Kant que cito com freqüência aqui: “Resposta à pergunta: O que é Esclarecimento?”. Ter luzes é pensar por si mesmo, sem depender da autoridade alheia. Não quero votar em nome do que Lula, FHC, Marina ou Plínio mandam, não sou súdito deles. Sou cidadão, voto em quem quero ou não voto em ninguém por opção minha. E não desqualifico quem pensa e vota diferentemente de mim.

Reitero, portanto, o alto nível do diálogo sobre o tema no SP, sem apelo para baixarias nem religiosidades moralistas fora de lugar, que lembram uma Inquisição mal evocada. O que está em jogo é votar pela própria cabeça, coisa diferente de uma arrogância que desqualifica as opções alheias. E essa arrogância tem se mantido afastada de nossos posts pluralistas sobre o tema.

Abraços para todos:

Talvez precisemos eleger um poeta

12 de setembro de 2010 às 12:19 | Comentar
Por Ednar Andrade

urna-lixo

Alguém que cuide dos interesses de todos, mas que também tenha interesse na benevolência, na paz, no amor, na justiça… Mas as pessoas só sabem rimar bem, quando o assunto é candidato, quando o assunto é guerra, fome, plano do governo, “aqueles bem planejados” que nos têm conduzido ao caos… E poesia, assim como se fosse um trem, tem que andar na linha dos interesses das editoras. Desculpe, aqui não cito nomes, portanto, estou nocauteando a quem de direito. E com isso e por isso, é feio falar de amor, falar de sentimentos, de prazer, de orgasmo, é feio tanta coisa que é bonita… Hoje, lendo aqui no meu blog, um dos blogs que sou seguidora, dei de cara com este texto de Saramago, onde ele – não sei se por alguma necessidade – justificava-se, alegando que não é possível matar o amor:

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Democracia se faz na internet

20 de julho de 2010 às 16:14 | Comentar

O site Vote na Web, que fiscaliza o comportamento dos políticos e faz votações em paralelo ao Congresso, já atraiu a atenção das Nações Unidas.

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Depoimento sobre o golpe de 1964

12 de julho de 2010 às 11:45 | 1 Comentário
Por Nina Rizzi

Enviado por email em resposta ao texto “A farsa das Escolas Militares”. O autor autorizou a divulgação do depoimento. como

Por José Emílio Gomes

Considerando que:

a- diante da retórica dos opositores ao atual governo – note-se, não votei no Lula -, notadamente alguns oficiais reformados das forças armadas, saudosistas do golpe de 64, que, em pleno 2010, voltam com mesmo blá-blá-blá de que quem pensa diferente deles e do establishment anglo-americano é comunista, terrorista, subversivo, etc…;

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Políticos são últimos colocados em credibilidade

24 de junho de 2010 às 21:58 | Comentar

Pesquisa avaliou confiança da população em 20 profissões. O 2° grupo menos confiável está 36 pontos à frente dos políticos.

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A hora e a vez do cabelo crescer

20 de junho de 2010 às 21:37 | 21 Comentários
Por Alex de Souza

Durante boa parte da minha curta e já interrompida carreira jornalística, atuei em áreas que são consideradas os patinhos feios das redações: esportes e cultura, especialmente esta última. Ambas geralmente são tocadas por aficionados chamados pelos colegas de ‘setoristas’, profissionais que carregam o estigma de ‘só saberem fazer aquilo’. O Olimpo, para quem trabalha num jornal, é fazer política. Esses são os caras de tarimba, uma elite privilegiada entre a força de trabalho. Com a internet, a cobertura política aqui no estado se ampliou exponencialmente.

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O governo e a vergonha

18 de junho de 2010 às 18:18 | 1 Comentário

Por Francisco Duarte Guimarães

Quando eu era pequeno, o meu avô, Severino Cândido Guimarães, de feliz memória, sempre dizia que não tinha entrado para a política, apesar da insistência dos amigos, porque para ser político o homem precisava perder a vergonha.

Para não perder a vergonha, então, preferiu não ingressar em um mundo no qual se vê todos os dias denúncias de malversação de dinheiro público, desvios de funções, hipocrisia.

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A crise e as novas forças políticas

29 de maio de 2010 às 20:05 | Comentar

O Viomundo acha a cobertura internacional da mídia brasileira bisonha. Por uma combinação de ignorância, preguiça, preconceito ideológico, falta de leitura e de contextualização histórica.

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Eleições: o dom de iludir

29 de maio de 2010 às 20:02 | Comentar

Por Fernanda Torres
O Globo

O candidato é um ator em eterno teste; uma condição vexatória e desconfortável

O QUE LEVA alguém a se candidatar à Presidência? A ser tão bisbilhotado, ofendido, pesquisado e aviltado? Que papel grandioso é esse cujo ensaio, estreia e temporada custam o fígado do próprio intérprete?

A política é um palco letal, o Coliseu romano da atualidade. Um lugar de ódios milenares, mágoas irreparáveis, conciliações imperdoáveis e, também, do temível ridículo. Eu seria incapaz de atuar sob tamanha pressão.

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Retrato do Brasil

27 de maio de 2010 às 11:08 | 1 Comentário

Fiz uma pesquisa rápida no Youtube e cheguei ao vídeo citado por Tales e François.  A deputada Cidinha Campos se refere à realidade do Rio de Janeiro, que é a mesma do restante do país. Em graus maiores e menores o que Cidinha denuncia está presente em todas as casas legislativas do Brasil. Junte esse vídeo com o texto de Roberto da Matta, publicado aqui ontem, e temos o quadro completo da trágica situação política brasileira.

Um acordo e seis verdades

26 de maio de 2010 às 11:19 | Comentar

Por José Luís Fiori
Valor Econômico

“A mediação bem sucedida de Lula com o Irã alçaria o Brasil no cenário mundial.” O Globo, 16 de maio de 2010, p. 38.

Na terça feira, 18 de maio de 2010, foi assinado o Acordo Nuclear entre o Brasil, a Turquia e o Irã, que dispensa maiores apresentações. E como é sabido, quarenta e oito horas depois da assinatura do Acordo, os Estados Unidos propuseram ao Conselho de Segurança da ONU, uma nova rodada de sanções ao Irã, junto com a Inglaterra, França e Alemanha, e com o apoio discreto da China e da Rússia.

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Pedro Pedreira chega à classe média

26 de maio de 2010 às 10:44 | Comentar
Por Marcos Silva

Amigos e amigas:

É interessante a promessa da pré-candidata Dilma na sabatina da CNI: 100% de brasileiros ao menos na classe média. Melhor três refeições por dia que morrer na fila do INSS, claro. Não é muito claro como operar a transformação mas ela pode alegar que o caminho já começou a ser trilhado etc. Falta o resto: diversão e arte (cf. Titãs, “Comida”), poder decisório descentralizado, perspectiva de algum futuro.
O pré-candidato Serra (“aquilo que for, será”, imortal gravação de Doris Day), na mesma sabatina, mostrou que anda vazio até de promessa, a equipe não ajuda. Que está havendo, intelectualidade demo-tucana? Muito bico e pouco cérebro?
A pré-candidata Marina (“meu presente me condena”), ainda no mesmo evento, andou muito tímida no slogan subjacente “posso fazer melhor do mesmo”.
Assim caminha a humanidade. A humanidade somos nós. Estamos mal.
Abraços a todos e todas:

Tariq Ali

16 de maio de 2010 às 9:38 | 2 Comentários

Por James Campbel
No Estadão

O longo e decisivo caminho – da militância política à literatura

Em fotos de manifestações políticas dos anos 1960, Tariq Ali é inconfundível: o espesso cabelo preto e o bigode hirsuto; o punho cerrado e o característico avanço para o primeiro plano. Após sair de Oxford, em 1966, ele começou a agitar por um levante de trabalhadores – não só na Grã-Bretanha, mas em todo o mundo. Seu livro 1968 and After: Inside the Revolution (1978) ressalta “a importância-chave da classe trabalhadora como o único agente de mudança social”. Seu herói: Che Guevara.

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A ficha é suja

14 de maio de 2010 às 22:48 | Comentar

Por Guilherme Scalzilli

Resisto a apoiar a tal Ficha Limpa e discretamente comemoro sua formatação definitiva, que a encaminha para o limbo jurídico. Ela proporcionaria um recrudescimento da já alarmante putrefação institucional do Judiciário.

Qualquer juiz obscuro, das menores e mais remotas comarcas, poderia destruir projetos políticos legítimos. Lideranças regionais seriam perseguidas e arruinadas. Basta contrariar os interesses do empresariado, da mídia, das boas famílias ou, afinal, dos próprios “doutores” togados, e sua vida virará um inferno.

Dêem-me cinqüenta mangos e lhes devolvo uma boa condenação por corrupção de menor, assédio moral, irregularidades trabalhistas diversas, etc. A exigência do colegiado apenas encarece o esquema; e, pior, o generaliza.

Uma reforma política de verdade suplantaria todos esses arremedos moralistas. Mas, sendo impossível aprová-la sem uma Assembléia exclusiva, os benfeitores do Congresso agradam o distinto eleitor com paliativos e indignações entorpecentes.

Ficha Limpa

13 de maio de 2010 às 11:50 | 1 Comentário

Por Janio de Freitas
Na FSP

A aprovação do projeto Ficha Limpa na Câmara foi uma boa surpresa onde e quando não estavam mais esperadas

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Entrevista com Jorge Furtado

13 de maio de 2010 às 10:24 | Comentar

“O Rio Grande do Sul tem preconceito contra o Brasil”. O cineasta Jorge Furtado discute o isolamento cultural e político do RS.

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Difícil relação com a velha política

13 de maio de 2010 às 10:04 | Comentar

Maria Inês Nassif
No Valor

Não é fácil a vida do governo de Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso. As grandes derrotas que sofreu no último mandato, quando teoricamente tinha maioria parlamentar proporcionada por uma aliança com o PMDB, tiveram um custo pesado. A última foi o fim do fator previdenciário, invenção do governo Fernando Henrique Cardoso para reduzir o déficit da Previdência sem ter que aprovar uma emenda constitucional. Não será fácil também a vida de Dilma Rousseff (PT), ou de José Serra – qualquer que se eleja sucessor de Lula – no Legislativo, independente do grau de experiência do vitorioso nas lides políticas e partidárias.

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AGENDA

  • Pinacoteca está com Edital aberto para ocupação das Salas de Exposições

    Artistas plásticos e visuais ainda podem se inscrever no Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Pinacoteca Potiguar para todo o ano de 2012.

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  • Rede Cinemark exibe direto de Londres a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House

    Espetáculos serão transmitidos em mais de 30 complexos espalhados pelo Brasil, sendo dois ao vivo. Natal-RN participa da programação e os ingressos já estão à venda

    A Rede Cinemark traz para o Brasil, com exclusividade, a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House (ROH), de Londres, a partir do dia 25 de fevereiro.

    mais informações »

  • Museu de Arte Moderna do Rio abre mostra cancelada de Nan Goldin

    NAN GOLDIN
    QUANDO abre hoje, às 19h; de ter. a sex., das 12h às 18h; sáb. e dom., das 12h às 19h; até 8/4
    ONDE MAM-Rio (av. Infante Dom Henrique, 85, Rio; tel. 0/xx/21/2240-4944)
    QUANTO R$ 8
    CLASSIFICAÇÃO 18 anos

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    Vento nordeste
    10-02-2012 às 7:14 - Comentar
    Por Oreny Junior

    sopra
    meu vento nordeste
    sou todo seu
    feito de sol e sal
    visto as velas
    desse cais cansado
    que tanto me espera
    levado pelas caiçaras
    nos lemes canguleiros
    sopra
    meu vento nordeste
    a amada me aguarda
    o rancho está vazio
    aproveita a baixa da maré
    e me atraca
    joga essa âncora
    onde o tempo
    por uns dias
    será meu amigo
    sopra
    meu vento nordeste
    sopra
    sopra
    ..

    COMENTÁRIOS

    • Marcos Silva: Certamente, existem ONGs sérias. Infelizmente, a desqualificação geral tende a se tornar corriqueira. Lembro que ela aparece com todas as letras no filme Tropa de elite (I). - Brado retumbante
    • Marcos Silva: No diálogo de 2010 sobre esse tema aqui, SP, considerei o direito do feto como especialmente frágil, uma vez que é uma vida ainda sem voz. Prefiro que haja debate sobre esse e outros temas. Não procuro convencer ninguém. Apenas considero fundamental ocupar o espaço público com argumentos em confronto, evitar a política de cada macaco em seu galho. Sou homem, não engravido. Mas posso engravidar uma mulher. Para evitar isso, tomo as providências necessárias (camisinha, em especial). Se engravidasse alguém, defenderia o feto, sim - parte de mim, parte do direito ao meu corpo. Melhor conversar. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Fernando: Marcos silva, discordo. O tema do aborto é tão absurdo que nem sequer deve ser debatido. Você não percebe que isso é exatamente o que os abortistas desejam? Eles desejam pôr em discussão um assunto que até então é evidente: a vida humana ganhou um valor intrínseco com o Cristianismo (todos são filhos de Deus, todos são irmãos), mas agora os que querem erradicar Cristo da sociedade estão querendo justamente questionar esse valor, "discuti-lo". Seria o mesmo que você propor que o tema da pedofilia é muito sério e precisa ser debatido, ou então que como alguns seres humanos têm tendência homicida, deveríamos debater o homicídio. A discussão em si já questiona o valor, e eu te asseguro que as pessoas que propõem isso sabem o que estão fazendo, porque eu estudei com essa gente que quer manipular a linguagem para mudar a sociedade. Elas nunca vão apresentar suas reais intenções, porque tais intenções não atrairiam ninguém, causariam repugnância. A propósito, desculpem-me: nos comentários anteriores errei o endereço. Querem ver se o aborto é algo a ser discutido? Assistam a esse vídeo: abort67.co.uk Abs - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Yuno Silva: Pelo visto dá para ver que o assunto é polêmico, cultural, um tabu histórico, e abordado com o lado emocional da racionalidade. Deixemos a cristandade de lado para um debate amadurecido. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Carmen Vasconcelos: Grata, Anchieta. - Avoengo
    • Marcos Silva: Walter: Entendo que o grande equívoco foi terem implantado uma ditadura no país. Objetivamente, os guerrilheiros do Araguaia e outros não tinham poder de fogo para o enfrentamento com um Exército regular e minimamente equipado, que sustentatava o regime. Mas a guerrilha anunciou, tragicamente (porque muita gente morreu e sofreu - e não só os guerrilheiros propriamente ditos), que nem tudo era ditadura. Não anunciou sozinha, claro. Parte da produção artística (música popular, artes visuais, teatro, cinema, literatura) também o fez. A mesma situação se observou nos movimentos sociais que foram se estruturando contra o regime. A "milicada" não precisava de treinamento, já era bem treinada e o demonstrou desde o começo do regime, oprimindo os adversários. É possível que a guerrilha tenha servido como álibi para o regime. Mas uma ditadura, quando não tem álibi, inventa, como o Nazismo o fez em relação aos judeus. - À sombra da ditadura
    • Clarissa Torres: Paiva, texto incrível! Que alma atormentada e corajosa. Realmente, a imagem é igualmente perturbadora e por isso belíssima. Me lembrou Ego Schiele. - Rita louca
    • Jarbas Martins: Seja apocalíptica, não, Paglia.Tenha medo não. De hora em hora Deus melhora. - Camille Paglia, em entrevista recente
    • Jarbas Martins: Sai dessa, M.Couto. - À sombra da ditadura
    • Jarbas Martins: Tô contigo, Alex. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”