Depois de ler o relato de “Marina” perdi a fome e o sono… Fiquei com o seu texto na cabeça e no coração desde então. Ainda dói o estômago quando penso nele. Lembrei imediatamente de quantas vezes ouvi exatamente isso de amigas e mulheres que conheci. Que bom, Marina, que bom que vc veio abrir, iluminar e aprofundar este espaço com a tua força e a tua dor.