Uma homenagem à altura do “velho bandido”

Tácito Costa
DestaqueMúsica

Yrahn Barreto abriu ontem (13) no Teatro de Cultura Popular show em homenagem ao “velho bandido” Sérgio Sampaio, que completaria este ano 70 anos de idade se vivo fosse.

Estão programadas apresentações em João Pessoa e Olinda. Só digo uma coisa. Vá sem medo Yrahn. É show para ser mostrado em qualquer lugar do Brasil e fazer bonito.

Em Natal, a apresentação contou com algumas cerejas. Bate papo com o cantor e compositor Antônio Ronaldo, que hospedou Sampaio em Natal na década de 1990 durante quinze dias; intervenção poética de Civone Medeiros; exposição de capas de Lps, Cds e o cartaz do show que Sampaio fez em Natal.

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O poeta aluizio Matias e o cronista Damião Nobre também deram depoimentos sobre o cantor e compositor capixaba. Foi uma noite muito bonita.

Com uma banda enxuta, muito boa, formada por Carol Benigno (Sanfona), Paulo Milton (Baixo), Darlan Marley (Bateria) e Yrahn Barreto (Voz e Violão), o show encantou a plateia. Acho até que cabe mais uma apresentação em Natal.

Eu já tinha assistido Yrahn cantar algumas músicas de Sampaio no Bardallos. Mas só voz e violão e com um som e ambiente próprios de bar. Traduzindo, som razoável e muita zoada. No teatro, com produção caprichada, no caso, leia-se Jamilly Mendonça, foi outra coisa muito diferente.

Um parêntese para uma constatação que acredito seja compartilhada por muita gente.

É gratificante ver como é rica a cena musical atual de Natal. Um processo iniciado há alguns anos e cujos frutos maduros estão sendo colhidos. Desconfio que, culturalmente falando, foi na música que avançamos mais nos últimos anos.

Não vou citar nomes porque posso esquecer alguém, mas nossas bandas e artistas já provaram que têm condições de se apresentarem em qualquer lugar do mundo.

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Tácito Costa

Comentários

1 comment

  1. Anchieta Rolim
    Anchieta Rolim 15 abril, 2017 at 14:30

    “… As pessoas são uns lindos problemas
    Eu posso até acreditar
    Eu acho tudo isso uma grande piada
    Ou então eu não posso achar…”

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