Você em Santana
26 de julho de 2010 às 14:09 - 2 ComentáriosÉ noite no meu silêncio,
Na rua, no meu sorriso penso,
Na minha pele que, fria,
Não encontra a tua.
Minhas mãos vazias,
Buscando algo que invento,
Choram de azul as palavras
De alento que pinto.
Noite nesta segunda crua,
Fazendo poucas horas
Parecerem um tempo…
Eu não acho graça
No filme que passa.
No peito um nó;
É frio o lençol;
Há um espaço na cama;
Meu corpo reclama;
Você em Santana;
Eu em Natal.
Um frio danado;
Isso já é vício.
Eu estou muito… Nada!
Eu estou, sem sal…


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Domingo
Domingo e segunda
Cinza escorre pelo veios do dia
anoiteço
não aguento esse grito
E viva Sant’Aana, Da Mata!
Pois é amigo, Sant’Ana e suas histórias.
Abraço, amigo.