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Carlos Fialho e Antonio Prata (SP) em lançamento literário duplo

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Carlos Fialho e Antonio Prata promovem lançamento literário duplo no Solar Bela Vista

No dia 17 de novembro de 2016 (quinta-feira), a Editora Jovens Escribas promoverá mais um lançamento em Natal. Desta vez, com um convidado de outra editora.

O potiguar Carlos Fialho receberá o paulistano Antonio Prata, para uma noite de autógrafos no Solar Bela Vista.

Os dois lançam os respectivos livros A noite que nunca acaba (contos) e Trinta e poucos (crônicas).

O evento começa às 18h, mas um pouco antes, às 17h, lá mesmo no Solar Bela Vista, Antonio Prata conversará com leitores sobre o livro e suas crônicas (aberto ao público).

Em 2011, o autor Carlos Fialho apresentou duas histórias, divididas em duas partes cada, em Uns contos de Natal.

Mas ficou com uma sensação de que as narrativas estavam inacabadas.

Ambas mereciam um desfecho, o derradeiro conto para compor uma trilogia.

Foi o que motivou o autor a revisitar aqueles textos e estender o potencial narrativo das ficções ambientadas em uma Natal existente na imaginação do cronista/contista.

O resultado é um livro de 240 páginas, com histórias fantásticas de assassinato e uma epidemia zumbi.

As duas situações extremas revelarão a consequências na sociedade da cidade criada por Fialho.

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Fialho reescreveu sete histórias de Uns Contos (2011) para estender o potencial narrativo em uma nova ambiência

Sinopse dos 7 contos de Aquela Noite que Nunca Acaba

Uma série de assassinatos de estrangeiros envolvidos com serviços sexuais prestados por menores de idade na cidade.

Crimes bárbaros praticados nos anos recentes cometidos por m grupo de jovens.

A trajetória de uma menina morta ao tentar sair da prostituição.

A outrora pacata cidade transformada ara sempre por após uma epidemia avassaladora provocada por um vírus haitiano

Enquanto isso, um grupo de sobreviventes tenta superar o confinamento, com uma mulher e um homem na sobrevivência na cidade pós-apocalíptica.

Um homem prefere enxergar a vida com outros olhos.

São histórias que têm ou não relação entre si, narrativas construídas com pitadas de fantasia e mórbido absurdo, baseadas no impulso de contar uma realidade possível, ainda que pouco provável.

Trecho do conto Vida Nova
O momento em que somos trazidos à tona, resgatados dos sonhos ruins que nos sufocavam à noite, reproduzindo lembranças macabras como em contínuas projeções de um filme de terror passando na sala escura da mente provoca uma intensa e profunda respiração de alívio. Como que por impulso, nos colocamos de pé subitamente e torcemos, por um momento, que os pesadelos não passem disso, que não sejam fatos ocorridos conosco, replicados com pequenas variações, recordações fragmentadas, fazendo sempre questão de nos rememorar um passado tão recente quanto improvável. Mas ainda que seus contornos fantásticos nos levem a crer que tudo não passou de uma alucinação coletiva, logo nos damos conta de que sim, foi real.

Sobre os autores

carlos-fialho_a-noite-que-nunca-acaba-2Carlos Fialho se notabilizou na crônica, em centenas de textos publicados em blogs, jornais, revistas e portais.

Muitos deles reunidos em livros da Editora Jovens Escribas.

Em 2011, mostrou versatilidade no repertório ao lançar Uns contos de Natal (edição esgotada).

As histórias imaginadas em um mundo paralelo de assassinos em série e zumbis aterrorizaram a cidade hoje conhecida como Natal.

Aquelas narrativas evoluíram neste novo livro, A noite que nunca acaba.

Outras publicações do autor disponíveis nas livrarias: “Crônicas na Escola”, “As Maiores Mentiras do Verão” e “Não basta ser playboy. Tem que ser DJ!”.

carlos-fialho_a-noite-que-nunca-acaba-3Antonio Prata nasceu em São Paulo, em 1977.

Publicou dez livros, entre eles, Meio intelectual, meio de esquerda (crônicas) e Felizes quase sempre (infantil, ilustrado por Laerte), ambos pela Editora 34.

Escreve roteiros para televisão e cinema e mantém uma coluna aos domingos na Folha de São Paulo.

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