Agenda

Museu “Câmara Cascudo” comemora Dia Internacional dos Museus

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QUAL É A SUA VIOLÊNCIA?

A Semana de Museus é um evento anual promovido pelo Instituto Brasileiro de MuseusIBRAM, em comemoração ao Dia Internacional dos Museus (18 de maio).

Para tratar do tema geral escolhido para a edição deste ano (“Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus”), o Museu Câmara Cascudo decidiu explorar um assunto quase ausente das narrativas museológicas, mas extremamente presente em nossas vidas, especialmente no contexto atual da sociedade potiguar: a violência.

Com o tema específico “Qual é a sua violência?”, vamos refletir e discutir sobre diferentes formas de violência que nos afetam e afetam o mundo à nossa volta, através de várias atividades: exposições, visitas mediadas, palestras, debates, oficinas, cinema, teatro e uma programação especial para o público infanto-juvenil, tudo visando entender melhor a violência, para poder evitá-la ou neutralizá-la.

Trata-se, portanto, de uma excelente oportunidade para descobrir que o Museu Câmara Cascudo não é apenas um lugar que conserva coisas antigas, vestígios do passado: ele é também um espaço dinâmico e engajado, que se afirma no presente e dialoga com a contemporaneidade, contribuindo para uma transformação positiva da sociedade.

Diretor Everardo Ramos

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PROGRAMAÇÃO – 16 a 21 de Maio

Quando não especificado, o local da ação é o Pavilhão Expositivo do museu.

Exposição | PÓSTUMOS: arqueologia do descaso – Numo Rama.

A série “Póstumos” foi realizada pelo fotógrafo Numo Rama na Penitenciária João Chaves de Natal, em 2006, ano em que a instituição – a maior penitenciária do RN à época, conhecida como “Caldeirão do Diabo” – foi fechada e substituída pela penitenciária de Alcaçuz.

Trata-se de um registro extremamente sensível e humano da população carcerária, desses seres que parecem viver – ou já ter vivido, como sugere o título da série – na fronteira entre a civilização e a barbárie, entre a dignidade e o desespero. Diante dessas fotos, é como se fôssemos confrontados pela primeira vez a um mundo situado muito perto e, ao mesmo tempo, muito distante de nós.

Numo Rama é fotógrafo reconhecido dentro e fora do Brasil, tendo sido contemplado em 2004 com o Prêmio Porto Seguro de Fotografia, um dos mais importantes do país. Depois de anos de experiência no exterior, fixou residência no RN, onde vem desenvolvendo trabalhos de forte conotação social com uma linguagem particular, que se distancia do meramente documentário para criar novas possibilidades conceituais, simbólicas e estéticas. O artista tem várias exposições nacionais e internacionais no currículo e obras espalhadas em diversos espaços consagrados, como a célebre coleção Pirelli/MASP de fotografia, a mais famosa do Brasil.

Para a exposição no Museu Câmara Cascudo, Numo Rama criou uma instalação inédita, associando as imagens fotográficas a resíduos de uma complexa rede de elementos que levam à violência no mundo contemporâneo, em particular no Nordeste brasileiro. Do conjunto surge a consciência de uma verdadeira “arqueologia do descaso”.

VERNISSAGE: 18 de maio.
VISITAÇÃO: 19 de maio a 19 de novembro.

Labo-expo | A CIDADE E SEUS SENTIDOS: cartografias da violência em Natal.

O Projeto De Fora Adentro novamente abre o Mapa Gigante de Natal para realizar mais uma edição do laboratório colaborativo “A Cidade e seus Sentidos”. Desta vez a ação ocorrerá no Museu Câmara Cascudo, no âmbito da Semana de Museus, e tem como objetivo realizar cartografias da violência em Natal, explorando duas formas de violência em particular: a que se desenvolve nas escolas e a que se manifesta contra as mulheres. Como nas outras edições, o laboratório no museu inclui rodas de conversa e processos colaborativos, com a participação de instituições e coletivos parceiros.

PROGRAMA:

18 de maio | 8h30 : Cartografia da violência nas escolas de Natal (em parceria com a Secretaria Municipal de Educação-SME).

20 de maio | 14h : Cartografia da violência contra as mulheres em Natal (em parceria com coletivos de mulheres da cidade).

Os resultados desses laboratórios serão incorporados à cenografia do Mapa Gigante e poderão ser visitados pelo público em geral.

VISITAÇÃO: 18 de maio a 30 de junho.

ARTISTA IDEALIZADOR E MEDIADOR: Maurício Panella | Projeto De Fora Adentro e Instituto Casadágua.

Debate | LIMINARES: novos olhares sobre o sistema prisional no Rio Grande do Norte.

Em janeiro de 2017, rebeliões e mortes no presídio de Alcaçuz, o maior do Rio Grande do Norte, deflagraram uma crise sem precedentes no sistema prisional do estado, revelando não apenas problemas circunstanciais, mas também o esgotamento de um modelo. Para melhor entender essa crise, explorando seus significados mais profundos enquanto fenômeno histórico, social, cultural e político, especialistas de diversas áreas irão apresentar e confrontar seus pontos de vista, debatendo entre si e com a comunidade.

PROGRAMA:

18 de maio de 2017.

Conferência de abertura | 18h.

Sistema prisional: uma história de sucessos ou de fracassos?

Durval Muniz de Albuquerque Júnior | Dep. de História da UFRN.

19 de maio de 2017.

Mesa 01 | 9h.

[Moderador: Everardo Ramos | Dep. de Artes e Museu C. Cascudo da UFRN]

A ética e o sistema de prisões.

Sérgio Luis Rizzo Dela-Sávia | Dep. de Filosofia da UFRN.

A justiça e o sistema de prisões no Rio Grande do Norte.

Manuel Sabino | Ministério Público do RN.

Rede de relações: uma proposta sociológica de análise do sistema penitenciário.

Rodrigo Figueiredo Suassuna | Dep. de Comunicação Social da UFRN.

Mesa 02 | 14h

[Moderadora: Vanessa Spinosa | Dep. de História do CERES-UFRN]

Observatório do sistema carcerário no Rio Grande do Norte.

Jorge Tarcísio da Rocha Falcão | Dep. de Psicologia da UFRN.

Cárcere e sistema de prisões.

Juliana Gonçalves Melo | Dep. de Antropologia da UFRN.

Mídias e violações dos Direitos Humanos: o que os programas policiais têm a ver

com isso?

Raimunda Aline Lucena Gomes | Dep. de Comunicação Social da UFRN.

Debate | MULHERES APENADAS: corpos presos, sonhos libertos.

Desde a promulgação da Lei de Execução Penal, em 1984, as prisões brasileiras passaram a ser definidas não tanto como locais de punição, mas principalmente de ressocialização de condenados e condenadas. Na prática, no entanto, isso raramente acontece: sob a égide do Estado Penal, os direitos de milhares de pessoas são violados cotidianamente, muitas vezes relacionando a violência a questões de gênero e de classe. O debate ocorrerá em torno da experiência de um grupo de mulheres apenadas em regime fechado e semiaberto que têm encontrado, em atividades de capacitação e geração de renda, meios de se reinventar e de inventar um novo espaço para si dentro da sociedade.

DEBATEDORES:

Jeane Maria Ferreira da Silva | Núcleo de Reintegração Social-SEJUC.

Deusimar Freire Brasil | Dep. de Oceanografia e Limnologia.

Candida de Souza | Pró-Reitoria de Extensão da UFRN.

Ilana Lemos de Paiva | Centro de Referência em Direitos Humanos.

QUANDO: 16 de maio | 14h30.

 

Labo-expo | A CIDADE E SEUS SENTIDOS: cartografias da violência em Natal. O Projeto De Fora Adentro novamente abre o Mapa Gigante de Natal para realizar mais uma edição do laboratório colaborativo “A Cidade e seus Sentidos”. Desta vez a ação ocorrerá no Museu Câmara Cascudo, no âmbito da Semana de Museus, e tem como objetivo realizar cartografias da violência em Natal, explorando duas formas de violência em particular: a que se desenvolve nas escolas e a que se manifesta contra as mulheres. Como nas outras edições, o laboratório no museu inclui rodas de conversa e processos colaborativos, com a participação de instituições e coletivos parceiros.

PROGRAMA:

18 de maio | 8h30 : Cartografia da violência nas escolas de Natal (em parceria com a Secretaria Municipal de Educação-SME).

20 de maio | 14h : Cartografia da violência contra as mulheres em Natal (em parceria com coletivos de mulheres da cidade).

Os resultados desses laboratórios serão incorporados à cenografia do Mapa Gigante e poderão ser visitados pelo público em geral.

VISITAÇÃO: 18 de maio a 30 de junho.

ARTISTA IDEALIZADOR E MEDIADOR: Maurício Panella | Projeto De Fora Adentro e Instituto

Casadágua.

Debate | LIMINARES: novos olhares sobre o sistema prisional no Rio Grande do Norte.

Em janeiro de 2017, rebeliões e mortes no presídio de Alcaçuz, o maior do Rio Grande do Norte, deflagraram uma crise sem precedentes no sistema prisional do estado, revelando não apenas problemas circunstanciais, mas também o esgotamento de um modelo. Para melhor entender essa crise, explorando seus significados mais profundos enquanto fenômeno histórico, social, cultural e político, especialistas de diversas áreas irão apresentar e confrontar seus pontos de vista, debatendo entre si e com a comunidade.

PROGRAMA:

18 de maio de 2017.

Conferência de abertura | 18h.

Sistema prisional: uma história de sucessos ou de fracassos?

Durval Muniz de Albuquerque Júnior | Dep. de História da UFRN.

19 de maio de 2017.

Mesa 01 | 9h.

[Moderador: Everardo Ramos | Dep. de Artes e Museu C. Cascudo da UFRN]

A ética e o sistema de prisões.

Sérgio Luis Rizzo Dela-Sávia | Dep. de Filosofia da UFRN.

A justiça e o sistema de prisões no Rio Grande do Norte.

Manuel Sabino | Ministério Público do RN.

Rede de relações: uma proposta sociológica de análise do sistema penitenciário.

Rodrigo Figueiredo Suassuna | Dep. de Comunicação Social da UFRN.

Mesa 02 | 14h

[Moderadora: Vanessa Spinosa | Dep. de História do CERES-UFRN]

Observatório do sistema carcerário no Rio Grande do Norte.

Jorge Tarcísio da Rocha Falcão | Dep. de Psicologia da UFRN.

Cárcere e sistema de prisões.

Juliana Gonçalves Melo | Dep. de Antropologia da UFRN.

Mídias e violações dos Direitos Humanos: o que os programas policiais têm a ver com isso?

Raimunda Aline Lucena Gomes | Dep. de Comunicação Social da UFRN.

Debate | MULHERES APENADAS: corpos presos, sonhos libertos.

Desde a promulgação da Lei de Execução Penal, em 1984, as prisões brasileiras passaram a ser definidas não tanto como locais de punição, mas principalmente de ressocialização de condenados e condenadas. Na prática, no entanto, isso raramente acontece: sob a égide do Estado Penal, os direitos de milhares de pessoas são violados cotidianamente, muitas vezes relacionando a violência a questões de gênero e de classe. O debate ocorrerá em torno da experiência de um grupo de mulheres apenadas em regime fechado e semiaberto que têm encontrado, em atividades de capacitação e geração de renda, meios de se reinventar e de inventar um novo espaço para si dentro da sociedade.

DEBATEDORES:

Jeane Maria Ferreira da Silva | Núcleo de Reintegração Social-SEJUC.

Deusimar Freire Brasil | Dep. de Oceanografia e Limnologia.

Candida de Souza | Pró-Reitoria de Extensão da UFRN.

Ilana Lemos de Paiva | Centro de Referência em Direitos Humanos.

QUANDO: 16 de maio | 14h30.

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Debate | MUSEU E ENSINO DE CIÊNCIAS: espaços de reconciliação.

O ensino de Ciências no Brasil enfrenta diversas dificuldades e nem sempre consegue despertar o interesse dos alunos pela área das ciências. O excesso de conteúdos, a falta de laboratórios nas escolas e a desvinculação entre teoria e prática são alguns dos motivos para o desencanto dos jovens. Os espaços não formais, como museus e parques, podem contribuir para reverter essa situação, por apresentarem a ciência de forma dinâmica e contextualizada, inclusive com atividades interativas. Tais espaços são, no entanto, pouco utilizados, o que não deixa de ser uma forma de violência contra os jovens que, privados de um conhecimento científico dinâmico e significativo, muitas vezes não conseguem resolver os problemas que afetam suas comunidades.

DEBATEDORES:

Rute Alves de Sousa | Dep. de Práticas Educ. e Currículo e Parque das Ciências.

Magnólia Fernandes Florêncio de Araújo | Dep. de Microb. e Parasit. e Parque das Ciências.

Carla Giovana Cabral | Escola de Ciência e Tecnologia.

Claude Luiz de Aguilar Santos | Setor de Paleontologia do Museu C. Cascudo.

QUANDO: 19 de maio | 14h30.

ONDE: Parque das Ciências (acesso pela rampa no final do estacionamento do museu).

Palestra | VIOLÊNCIA: uma perspectiva arqueológica.

Conflitos e violência existem desde os períodos mais remotos da humanidade, podendo ser estudados pela arqueologia através de diversos indicadores, como: estruturas de defesa, armas, pinturas, formas de sepultamento e os próprios registros nos ossos humanos. Durante a palestra serão analisados alguns indicadores arqueológicos de violência, dando-se ênfase aos grafismos rupestres que, na Serra da Capivara (PI) e na região do Seridó (RN), apontam para composições de cenas de “violência”.

PALESTRANTES:

Luciano Souza e Moysés Siqueira Neto | Setor de Arqueologia do Museu Câmara Cascudo.

QUANDO: 18 de maio | 9h.

Palestra | ANTROPOCENO: um novo tempo geológico?

O impacto das atividades humanas sobre o planeta – principalmente as de caráter negativo, que representam uma verdadeira violência contra o meio-ambiente – tem sido tão importante que pesquisadores vêm propondo a formalização de um novo tempo geológico, o Antropoceno, para suceder ao tempo atualmente associado ao mundo contemporâneo, o Holoceno. Durante a palestra serão analisados os argumentos a favor dessa mudança e suas repercussões na história das ciências.

PALESTRANTE:

Maria de Fátima C. F. dos Santos | Setor de Paleontologia do Museu Câmara Cascudo.

QUANDO: 16 de maio | 15h.

Palestra | CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA e sua importância na educação.

Além da violência física, as sociedades também são confrontadas a violências simbólicas e ideológicas. Um exemplo disso foi a inexistência, desde os primórdios da sistematização da educação no Brasil, de conteúdos curriculares relacionados à presença e importância do negro na construção do país. Em 2003, no entanto, a Lei Federal 10.639 tornou obrigatório o ensino da história da África e da cultura afrobrasileira nas escolas. A palestra analisará as significações dessa mudança e suas repercussões na educação brasileira.

PALESTRANTE:

Patrícia Flávia Moreira | Instituto de Química e Parque das Ciências da UFRN.

QUANDO: 17 de maio | 15h.

Infanto-juvenil | ORIGAMI: dobraduras contra a violência.

O origami é uma arte tradicional japonesa, de criação de seres e objetos a partir de dobraduras de papel, sem cortes, nem cola. Na oficina, as crianças descobrirão as origens dessa arte e serão iniciadas em diferentes técnicas de dobradura, criando diversas figuras que evocam a paz, como o famoso pássaro “Tsuru”.

MEDIADOR: Eugênio Rangel.

QUANDO: 16 de maio | 9h.

Cine-debate | NARRADORES DE JAVÉ: arqueologia, patrimônio e violência contra a memória.

O filme “Narradores de Javé” (direção de Eliane Caé, 2003) conta a história de uma cidade do interior destinada a desaparecer sob as águas de uma represa hidrelétrica e da tentativa de seus habitantes de evitar isso, escrevendo a história do local e transformando-o em patrimônio a ser preservado. A partir dessa narrativa, será realizado um debate crítico sobre a destruição do patrimônio como forma de violência contra a memória.

MEDIADORES:

Moysés Siqueira Neto e Luciano Souza | Setor de Arqueologia do Museu Câmara Cascudo.

QUANDO: 19 de maio | 18h30.

Infanto-juvenil | NÃO BULLYING COMIGO, NÃO!

Uma das formas de violência que mais crescem no mundo é o bullying, ou seja, atos de agressão física ou moral, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupos de indivíduos contra pessoas em situação fragilizada. A ação, que visa sensibilizar e conscientizar o público infanto-juvenil (particularmente afetado pelo bullying), se desenvolverá em dois tempos, incluindo uma oficina de mamulengos, projeção de vídeo e jogos teatrais.

PROGRAMA:

16 de maio | 14h: Oficina de mamulengo (no Parque das Ciências, acesso pela rampa do estacionamento do museu).

17 de maio | 10h: Cine-teatro.

MEDIADORES:

Silena Rocha e bolsistas do Setor Educativo do Museu Câmara Cascudo.

Makários Maia Barbosa | Dep. de Artes e Museu Câmara Cascudo.

Infanto-juvenil | FORMAR… ECO TRANSFORMAR.

Uma das maiores vítimas de violência, nos dias de hoje, é o meio ambiente. Do lixo descartado na natureza à exploração selvagem dos recursos naturais, as agressões contra o planeta são inúmeras e representam um verdadeiro problema para o futuro. A fim de sensibilizar o público infanto-juvenil sobre a questão, mostrando como o consumo pode ter um impacto negativo sobre o meio-ambiente e como podemos reverter essa situação com nossas ações, será realizada uma oficina de criação de mamulengos, importante categoria da cultura popular que permite abordar temas sérios de maneira lúdica.

MEDIADORES:

Iracema Miranda | Setor de Estudos Ambientais do Museu Câmara Cascudo.

Makários Maia | Dep. de Artes e Mamulengando-Teatro de Bonecos da UFRN.

QUANDO: 18 de maio | 14h.

ONDE: Parque das Ciências (acesso pela rampa no final do estacionamento do museu).

Teatro | DEBAIXO DA PELE: a história da afro-descendência no Brasil.

Mesmo depois de tantos anos da promulgação da Lei Áurea, o negro ainda sofre com a falta de equidade racial no Brasil. Diante de tantos casos de racismo e injúria racial presente em nosso cotidiano e noticiados diariamente pelos meios de comunicação, torna-se cada vez mais perceptível a necessidade de se discutir essa problemática. O projeto teatral Debaixo da Pele, partindo de uma pesquisa histórica de textos, músicas, poesia, entrevistas, matérias de jornais, vídeos, peças teatrais e da vivência dos próprios envolvidos na construção do espetáculo, trata da questão étnico-racial brasileira no contexto histórico, social, econômico, cultural e político. Debate o papel do negro na sociedade e faz toda uma retrospectiva de seu percurso, desde sua chegada ao Brasil até os dias de hoje, colocando em cena grandes temas como: racismo, conquistas e igualdade.

O espetáculo é produzido e realizado pelo Grupo de Teatro Eureka, criado no âmbito do Departamento de Artes da UFRN e cada vez mais inserido no cenário cultural de Natal. A proposta do grupo é desenvolver trabalhos de cunho popular, tratando de temas político-sociais e transitando por variadas estéticas teatrais.

DIREÇÃO: Makários Maia Barbosa | Dep. de Artes da UFRN.

QUANDO: 17 de maio | 19h.

ONDE: Parque das Ciências (acesso pela rampa no final do estacionamento do museu).

ATRAÇÕES

VISITAS MEDIADAS

Durante a Semana de Museus, vários mediadores estarão à disposição para facilitar a visita e possibilitar uma melhor compreensão das exposições em cartaz no Museu Câmara Cascudo: Póstumos: arqueologia do descaso

Cartogra­as da violência em Natal

Xico Santeiro: uma escola de arte popular Engenhos: tradição do açúcar Anatomia comparada

PARQUE DAS CIÊNCIAS

O Parque das Ciências é um espaço destinado a despertar o interesse pela cultura científica e tecnológica em crianças, jovens e adultos. Para isso, propõe atividades lúdicas, experimentais e interativas que desafiam a curiosidade e estimulam a busca pelo conhecimento nas áreas da Biologia, Física e Química. Todas as atividades são facilitadas por mediadores.

Durante a Semana de Museus, o Parque das Ciências estenderá seus horários de funcionamento:

– Segunda a sexta-feira | 8h às 12h – 13h às 17h – 18h30 às 21h.

– Sábado | 14 às 17h.

Mais informações pelos telefones: (84) 3342-4912 | 9 9101-2543.

I FEIRA DE FOTOGRAFIA

Aproveitando a movimentação da Semana de Museus, o Museu Câmara Cascudo realizará a primeira edição de uma Feira de Fotografia, evento criado para facilitar o encontro, em Natal, entre fotógrafos talentosos e os amantes dessa categoria artística.

QUANDO: 20 de maio | 14h às 22h.

NOITE DA PAZ

Para encerrar a Semana de Museus com chave de ouro, o Museu Câmara Cascudo realizará uma grande festa com diversas atrações gastronômicas (food trucks de diversos estilos) e artísticas (dança, poesia e muita música). Vamos comemorar uma semana de atividades dedicadas ao tema da violência com uma NOITE DA PAZ!!

QUANDO: 20 de maio | 18h às 23h.

ONDE: Estacionamento do museu.

SERVIÇO

HORÁRIOS DE ABERTURA

Terça a sexta-feira | 8h30 às 18h

Sábado e domingo | 12 às 18h

O Museu Câmara Cascudo permanece fechado às segundas-feiras.

ENTRADA

Toda a programação do Museu Câmara Cascudo, inclusive durante a Semana de Museus, é gratuita.

ACESSO

Av. Hermes da Fonseca, 1398 – Tirol – Natal/RN.

Pontos de referência: Em frente ao 16º Batalhão Infantaria do Exército (antigo 16 RI) e ao

lado do Aeroclube de Natal.

O Museu Câmara Cascudo dispõe de estacionamento próprio, com vagas exclusivas para idosos e deficientes. Também é possível estacionar na rua Pastor Jerônimo Gueiros.

Linhas de ônibus que passam em frente ao museu:

Municipais

  • 33A – Planalto/Praia do Meio – Via Av. Hermes da Fonseca

Av. Prudente de Morais / Midway Mall / Rocas / Mãe Luíza

  • 37 – Cidade Satélite/Ribeira – Via Praça Cívica

Rocas / Av. Hermes da Fonseca / Midway Mall / Natal Shopping/ Pitimbu

  • 39 – Cidade Nova/Ribeira – Via Tirol

Cidade da Esperança / Rodoviária Nova / Av. Hermes da Fonseca / Praça Cívica

  • 46 – Ponta Negra/Ribeira – Praia do Meio

Av. Roberto Freire / Natal Shopping / Av. Hermes da Fonseca/ Midway Mall

  • 51 – Pirangi/Rocas – Via Praça Cívica

Av. Ayrton Senna / Natal Shopping / Midway Mall / Av. Hermes da Fonseca

  • 78A-47 Santarém / Nova Descoberta – Via Praça Cívica

Praia do Meio / Av. Hermes da Fonseca / Midway Mall / Av. Cel. Norton Chaves

Interurbanas/Intermunicipais

  • A – Parnamirim (Rosa dos Ventos) – Natal (Petrópolis)
  • 105 Eucalipto / Ribeira – Via Praça Cívica
  • 106 Nova Parnamirim / Ribeira – Via Praça Cívica/ Abel Cabral
  • 740 Nova Parnamirim / Ribeira – Via Praça Cívica/ Maria Lacerda
  • 741 Nova Parnamirim / Ribeira – Via Praça Cívica/ Maria Lacerda
  • Tabatinga/ Natal

 

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