Crônicas e Artigos

O de Baixo

nude

Aí um bichinho afamado
Com seu rosário
De mil e hum
Codinomes
E paroxítono-solitário-nome.

Objeto de desejos
de cheiros
e gracejos.

Um esquisitão
De cuja intimidade
Ninguém jamais
Gozará plenamente.

Sempre estrangeiro,
Por mais conhecido
Banal, corriqueiro.

Especialíssimo
Pelo inconfundível olho
Secreto, cego de nascença,
Ainda que saudável, meio alegre,
Mesmo enlutado –
Ruidoso, rugoso, explosivo.

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