Crônicas e Artigos

Pílulas para o Silêncio (Parte CXIII)

beijaFlo

Para José Almeida Júnior

Um beija-flor, apesar do seu bico doce e de suas asas de arco-íris, não transforma o fel de um roseiral em mel.

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Era tão presunçoso, tão cheio de empáfia, que andava tal qual um pombo, de peito inflado. E, quando falava, mais arrulhava do que se comunicava. Ao deixar o ambiente, ele transformava-se em sublime motivo de riso e galhofa.

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Se nesta manhã só encontrares motivo de sorriso, saibas que tua bússola anda, decerto, mal ajustada.

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Viver é precisamente um ato de covardia frente à morte.

clauderarcanjo@gmail.com

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